Setembro finda e a vida segue

Sexta-feira, 30 de setembro de 2022 (vida que segue, esperança que luta. E que calor!) Sexta-feira e eu em casa, sem nenhum plano mais alto a me guiar. Semana dura, calor infernal e inferno na Terra, também, com a proximidade da eleição. Sobre este assunto e o estrago que ele tem feito no meu entorno... Continuar Lendo →

Um pé de saudade e um cheiro de avó pelo ar

Quarta-feira, 31 de agosto de 2022 (para voltar às flores) Uma das composições mais bonitas do Cazuza é uma que ele nunca gravou e nem sequer imaginou que um dia viraria canção. Poema, que todo mundo conhece pela linda interpretação de Ney Matogrosso, é uma poesia que Cazuza fez para sua avó paterna, aos 17... Continuar Lendo →

It was nine o’clock on a Saturday – uma pequena pausa para Billy Joel

Terça-feira, 26 de julho de 2022 (era para ter sido sábado) Sábado à noite de final de julho. Um mundo de pessoas de férias, postando selfies legais de algum lugar legal e eu em casa. No condomínio onde eu moro, fora a cantiga noturna dos grilos dos grilos, silêncio quase que absoluto. Diferentemente da maioria... Continuar Lendo →

Crônica de junho atrasada: que nunca nos faltem as ilhas!

Sábado, 2 de julho de 2022 (antes tarde do que nunca mais) "Férias escolares, trânsito bom e um céu azul quase sem nuvens. Tivemos praticamente sete meses de chuva, este ano, e isso deve ter atrasado o vento solto dessa época, mas uma brisa leve já começa a soprar por aqui. A caminho do trabalho,... Continuar Lendo →

Se se morre amanhã – mais uma sobre batidas na porta e o tempo

Terça-feira, 31 de maio de 2022 (entre a chuva e o vento) 'Sei que vou morrer não sei o dia Levarei saudades da Maria Sei que vou morrer não sei a hora Levarei saudades da Aurora Eu quero morrer numa batucada de bamba Na cadência bonita do samba' Maio foi um mês cheio de tragédias... Continuar Lendo →

Batidas na porta da frente – É o tempo!

Sábado, 30 de abril de 2022 (e lá se foi mais um ano sem Belchior) "Naquele tempo não havia antigamente".       – Mia Couto, O Último Vôo do Flamingo. Nos últimos tempos eu tenho convivido com a sensação de 'fim de era' em tudo. Para onde eu olho parece existir um traço de despedida. Tenho visto... Continuar Lendo →

Sobre olhares, guerras e paradoxos andantes

Quarta-feira, 30 de março de 2022 (para não perder o costume) "Cada dia, ao ler os jornais, assisto a uma aula de história. Os jornais ensinam-me pelo que dizem e pelo que silenciam. A história é um paradoxo andante. A contradição move-lhe as pernas. Talvez por isso os seus silêncios digam mais que as suas... Continuar Lendo →

Sobre livros novos e o pó da nossa biblioteca – crônica de um domingo qualquer

Domingo, 6 de fevereiro de 2022 (mais de 2.400 palavras hoje, mas nem todas minhas) "Livro novo é aquele que você nunca leu" — esta é a máxima de marketing da Estante Virtual, aquele sebo on-line de compra e venda de livros usados. Por conta dele – e principalmente pela mão de meu marido –... Continuar Lendo →

Só os pássaros são felizes mas nem sempre – pra não dizer que não falei de um beija-flor

Segunda-feira, 31 de janeiro de 2022 (tocando em frente) Então foi isso, um gato comeu meu beija-flor de estimação. Foi no começo da semana passada, logo de manhãzinha. Minha sobrinha, que mora na casa ao lado e assistiu à cena, mandou um áudio para mim contando que ainda viu o bichinho batendo as asinhas dentro... Continuar Lendo →

Porque navegar é preciso – quatro anos das Histórias da Gata Preta

Segunda-feira, 3 de janeiro de 2022 (e nem é de flores que vou falar. Talvez) Hoje é o dia em que faria anos J.R. R. Tolkien. É também – e isto não foi intencional, embora seja inspirador – aniversário de 3 anos da primeira história da Gata Preta. Como no ano passado, este também não... Continuar Lendo →

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