E tem dias em que é bom escrever sobre leveza.

Sexta-feira, 30 de setembro de 2021 (hoje o dia amanheceu com chuva) “Antes de sair de casa aprendi a ladainha das vilas que vou passar na minha longa descida. Sei que há muitas vilas grandes, cidades que elas são ditas; sei que há simples arruados, sei que há vilas pequeninas, todas formando um rosário cujas... Continuar Lendo →

Saudade, a lua brilha na lagoa

Terça-feira, 31 de agosto de 2021(ou quase isso) Um tempo desses eu vi um vídeo do Paulinho Moska contando a história de uma das músicas dele que eu gosto mais, Saudade, que ele compôs em parceria com Chico César. Ou eu mostrei pro meu filho ou ele me mostrou, não me lembro mais; nós dois... Continuar Lendo →

Para escrever bem ou rezar

Sábado, 31 de julho de 2021 (ah, os julhos que me pesam tanto...) Tenho rabiscado muita coisa e terminado muito pouco desses rabiscos. À medida que o calendário avança, fico lembrando a mim mesma da promessa de postar pelo menos uma vez por mês. Diametralmente oposta a esta, no entanto, interpõe-se outra que fiz, de... Continuar Lendo →

Crônica de avião para espantar o tédio – de quando não podemos imaginar castelos no ar.

Quarta-feira, 30 de junho de 2021 (meio ano já se foi) Escrevo neste momento de dentro de um avião. Não estou sentada à janela!Tem uma 'goteira' na saída do ar condicionado, pingando bem em cima da minha perna. Fecho a saída de ar e vamos ver como vai ficar.  Eu detesto viajar de avião! Não... Continuar Lendo →

Sobre o que sonhamos e deixamos de sonhar, e o que a terra anda a procurar.

Domingo, 30 de maio de 2021 (hoje eu colhi açafrão-da-terra, plantado e cultivado no meu jardim, por mim mesma) "De dia já não saíamos, de noite não sonhávamos. O sonho é o olho da vida. Nós estávamos cegos." – Trecho do primeiro caderno de Kindzu, O Tempo Em Que O Mundo Tinha A Nossa Idade,... Continuar Lendo →

Antes que chegue o dia dos pais

Domingo, 16 de maio de 2021 (dia de nada) No domingo passado, segundo domingo de maio, foi comemorado o dia das mães. Minha filha veio nos visitar no fim de semana, em razão da data. Passei quatro dias "chocando", como dizemos por aqui, numa referência à galinha com seus pintinhos. No sábado de manhã, enquanto... Continuar Lendo →

“E assim já não posso sofrer no ano passado” – uma crônica para 1, para 400.000 e para o Belchior também

Sexta-feira, 30 de abril de 2021 (fechando um abril despedaçado) Skagen Graa Fyr, Farol de Skagen, Dinamarca (foto do meu arquivo pessoal) Abril foi um mês bem comprido por aqui. Disseram que no Brasil este seria o abril mais triste das nossas vidas até hoje, não importando que idade tivéssemos. Particularmente, no meu caso o abril... Continuar Lendo →

Azul da cor da minha pura memória de algum lugar

Quarta-feira, 31 de março de 2021 (sem flores nem generais) "Já aí Miguel cobrava também interesse por nhô Gaspar, nele encontrava a maneira módica do povo dos Gerais, de sua própria gente, sensível ao mudo compasso, ao nível de alma daquelas regiões de lugar e de viver. Contra o sertão, Miguel tinha sua pessôa, sua... Continuar Lendo →

Cora Coralina, Pablo Neruda, um pouco de Belchior, uma amiga e eu

Domingo, 7 de março de 2021 (e eu sonhei com meu avô ontem à noite) "Faz da tua casa uma festa!  Ouve música, canta, dança... Faz da tua casa um templo! Reza, ora, medita, pede, agradece... Faz da tua casa uma escola! Lê, escreve, desenha, pinta, estuda, aprende, ensina... Faz da tua casa uma loja!... Continuar Lendo →

“Que me perdoem se eu insisto neste tema”

Sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021 (e lá vamos nós mais uma vez) Ultimamente escrever tem sido meio penoso para mim. Eu gosto de contar histórias mas, acima disso, gosto de falar de coisas boas. Falar de coisas boas na nossa cena atual, indo dormir todas as noites com a notícia de 1500 mortes diárias,... Continuar Lendo →

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