Batidas na porta da frente – É o tempo!

Sábado, 30 de abril de 2022 (e lá se foi mais um ano sem Belchior) "Naquele tempo não havia antigamente".       – Mia Couto, O Último Vôo do Flamingo. Nos últimos tempos eu tenho convivido com a sensação de 'fim de era' em tudo. Para onde eu olho parece existir um traço de despedida. Tenho visto... Continuar Lendo →

Sobre olhares, guerras e paradoxos andantes

Quarta-feira, 30 de março de 2022 (para não perder o costume) "Cada dia, ao ler os jornais, assisto a uma aula de história. Os jornais ensinam-me pelo que dizem e pelo que silenciam. A história é um paradoxo andante. A contradição move-lhe as pernas. Talvez por isso os seus silêncios digam mais que as suas... Continuar Lendo →

Sobre livros novos e o pó da nossa biblioteca – crônica de um domingo qualquer

Domingo, 6 de fevereiro de 2022 (mais de 2.400 palavras hoje, mas nem todas minhas) "Livro novo é aquele que você nunca leu" — esta é a máxima de marketing da Estante Virtual, aquele sebo on-line de compra e venda de livros usados. Por conta dele, e principalmente pela mão de meu marido, nossa biblioteca... Continuar Lendo →

Só os pássaros são felizes mas nem sempre – pra não dizer que não falei de um beija-flor

Segunda-feira, 31 de janeiro de 2022 (tocando em frente) Então foi isso, o gato comeu meu beija-flor de estimação. Foi no começo da semana passada, logo de manhãzinha. Minha sobrinha, que mora na casa ao lado e assistiu à cena, mandou um áudio para mim contando que ainda viu o bichinho batendo as asinhas dentro... Continuar Lendo →

Porque navegar é preciso – três anos das Histórias da Gata Preta

Segunda-feira, 3 de janeiro de 2022 (e nem é de flores que vou falar. Talvez) Hoje é o dia em que faria anos J.R. R. Tolkien. É também – e isto não foi intencional, embora seja inspirador – aniversário de 3 anos da primeira história da Gata Preta. Como no ano passado, este também não... Continuar Lendo →

Ao que temos para hoje e para o que vier depois

Sexta-feira, 31 de dezembro de 2021 (chuva torrencial e eu não vou ver a Via Láctea) Último dia do ano. Transição do fim de um tempo e início de outro, como o povo gosta de dizer. Daqui a pouco o céu do planeta Terra começará a se iluminar com fogos de artifício. Férias, festas, shows,... Continuar Lendo →

O mundo segundo uma carta de George Orwell – 1944 era o ano

Terça-feira, 2 de novembro de 2021 (dia dos que já não estão mais por aqui) A chuva me acordou às quatro da madrugada hoje. Hoje é feriado, o dia esteve nublado até o fim e a noite desta terça-feira está com toda a cara de domingo. Tudo isso me deu vontade de escrever e o... Continuar Lendo →

Aquele em que a gente sobrevive ainda – mais um episódio de aniversário

Domingo, 31 de outubro de 2021 (dia das bruxas, mês de tentar fazer o relógio derreter) Outubro é o mês do meu aniversário. Costumava ser um mês meio traumático para mim, mas ultimamente tenho pensado que existem dificuldades bem maiores do que completar anos. Sobreviver a eles é uma dessas. E uma, que – já... Continuar Lendo →

E tem dias em que é bom escrever sobre leveza.

Sexta-feira, 30 de setembro de 2021 (hoje o dia amanheceu com chuva) “Antes de sair de casa aprendi a ladainha das vilas que vou passar na minha longa descida. Sei que há muitas vilas grandes, cidades que elas são ditas; sei que há simples arruados, sei que há vilas pequeninas, todas formando um rosário cujas... Continuar Lendo →

Saudade, a lua brilha na lagoa

Terça-feira, 31 de agosto de 2021 (ou quase isso) Um tempo desses eu vi um vídeo do Paulinho Moska contando a história de uma das músicas dele que eu gosto mais, Saudade, que ele compôs em parceria com Chico César. Ou eu mostrei pro meu filho ou ele me mostrou, não me lembro mais; nós... Continuar Lendo →

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